Este estudo de caso mostra como a Suzano aplica o framework RHINO, da IUCN, para integrar gestão florestal, conservação da biodiversidade e planejamento da paisagem. A experiência demonstra como empresas podem ir além da mitigação de impactos, gerar resultados positivos para a natureza (Nature Positive) e contribuir de forma mensurável para a redução do risco de extinção de espécies, utilizando métricas científicas como a STAR.
O documento traz evidências de como produção florestal em larga escala pode caminhar junto com conectividade ecológica, monitoramento da biodiversidade e compromissos globais, fortalecendo o papel do setor florestal na agenda climática e de biodiversidade.
O que você vai encontrar neste estudo
- O que é o framework RHINO (Rapid High-Integrity Nature-positive Outcomes) da IUCN
- Como empresas podem medir impactos negativos e positivos sobre a biodiversidade
- A relação entre gestão florestal, conservação e planejamento da paisagem
- A aplicação prática do RHINO em áreas florestais da Suzano
- Como identificar espécies prioritárias e riscos de extinção na paisagem
- O uso da métrica STAR para avaliar redução de ameaças às espécies
- Como corredores ecológicos aumentam a conectividade e reduzem riscos à fauna
- Conexões com iniciativas como TNFD, Science Based Targets for Nature e GBF
- Evidências de que conservação pode ser incorporada ao core business
- Lições aprendidas e desafios na implementação do RHINO em larga escala
- Recomendações para empresas que desejam avançar além da mitigação de impactos
- Contribuições do setor florestal para metas globais de biodiversidade
